Coluna: Sala de Aula do iknow Journal


Autor: Iknow Journal

Prof. Luís Morgan

Professor Adjunto da FO/UFMG

Especialista em Dentística FOB/USP

Mestre em Dentística FO/UFMG

Doutor em Clínica Odontológica FO/UFMG

Pós-Doutor em Química ICEX/UFMG

Autor do livro: “Pinos pré-fabricados: do convencional ao digital”

Reconstrução de dentes extensamente destruídos: simplificando a técnica e maximizando os resultados

Reabilitar dentes tratados endodonticamente com destruição extensa é um procedimento complexo. Para restaurar essa condição clínica, diversas técnicas são descritas pela literatura envolvendo pinos. A escolha da técnica mais simples possível que garanta qualidade do procedimento é um importante fator para a rotina clínica. E isso é explicado pelo fato de que quanto maior a qualidade dos procedimentos realizados menor será o número de consultas de re-trabalho. Quanto ao uso dos pinos, o primeiro fator a ser avaliado é a sua composição. Os retentores em fibra são biomecanicamente mais adequados para reabilitação dental. Em relação à extensão da perda de estrutura, quando envolve toda a porção coronária em dentes com canais amplos, a indicação é que se utilize pinos indiretos (envolvendo moldagens ou escaneamento prévios) ou os do tipo direto/indireto, conhecidos como pinos anatômicos. Estes últimos são obtidos a partir de um pino pré-fabricado convencional reembasado com resina, do tipo Bulk por exemplo, diretamente no conduto radicular preparado. Para cimentação, o uso de cimentos auto-adesivos diminuem os passos operatórios minimizando as chances de erros. Por fim, para confecção da porção coronária, o uso de resinas do tipo bulk, a mesma utilizada para reembasamento do pino, simplificam a técnica.

Vem pra nossa sala de aula!!

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